Ontem, a tarde no Tryp Hotel foi muito especial.
Aprendi, participei, emocionei-me e descobri que ainda existem muitas pessoas fantásticas sem receio de pôr mãos à obra.
Não é fácil, para mim, falar de inclusão, respeito, equidade, oportunidades, empatia, aceitação, deficiência e diferença sem que o coração acelere.
Ao longo dos últimos quatorze anos tenho lutado batalhas atrás de batalhas, praticamente sempre sozinha, para fazer valer os direitos básicos do meu filho.

Foi bom ver e ouvir alguns psicólogos, professores e até voluntários que dedicam os seus estudos e tempo a esta causa. A inclusão não deve ser apenas uma palavra bonita que consta na legislação e em documentos. Tem de ser ação!
Incluir é o oposto de excluir, mas isso é o que acontece há grande maioria das crianças “diferentes” no ensino público.

O sistema educativo está obsoleto e não tem resposta adequada às necessidades atuais. Quase todas as turmas têm crianças estrangeiras, com défice de atenção, hiperatividade, espectro do autismo, famílias desestruturadas e outro tipo de condições que requerem outro olhar, outra abordagem.

No entanto, há algo que todos, enquanto sociedade e indivíduos, podemos fazer — respeitar, aceitar, ajudar. Amar o próximo e fazer aos outros o que gostávamos que nos fizessem.
Certamente, se todos fizessem o seu melhor, em vez de “lavar as mãos como Pilatos” porque não é nada com elas, o mundo seria um lugar bem melhor e mais fácil para aqueles que já nasceram com dificuldades acrescidas.
Pensa! Age! Um dia podes ser tu a precisar!
Obrigada a todos! Obrigada Lions Club. Obrigada Luisa Ramos.





🙂