Emoções
Tranquila como uma florestaPor dentro um fogo que arde Nem sempre o rio corre tranquiloNem sempre o mar está calmoNem […]
Tranquila como uma florestaPor dentro um fogo que arde Nem sempre o rio corre tranquiloNem sempre o mar está calmoNem […]
Como viveria eu sem ti?Alma errante abandonadaTriste em tudo seria Existir sem respirarAcordar sem luz do solAdormecer sem estrelasUma praia
Texto e poema publicados no jornal “A Voz de Paço de Arcos”, que saiu este mês.
Disse-te adeus Virei costas Precisei correr para longe Deixei que o vento selvagem me levasse Não deixei de te amar
Por muitos sóis, luas, marés, tempestades e estações que passem, haverá sempre quem se ache superior aos outros. Questiono-me se
A noite era vadia, a lua baixa estava grávida, e embriagada de vinho e sangria. Os vultos ganhavam vida com
A casa está tão triste A sala tão vazia O quarto ficou tão amplo Os espelhos refletem saudade Os candeeiros
Pessoas há Que sem o saberem São anjos disfarçados Aparecem do nada Arranjam, acertam, alinham, cosem Como faz um alfaiate